E do que temos que falar, amigo-mestre:
DA NECESSIDADE DA ARTE - to casado com ela mas mais parece pacto de sangue
DA DIFICULDADE DE FAZÊ-LA - quando não faz, aumenta-se a quantidade de remédios, ou seja, vício.
DA SUPERAÇÃO - porque a marvada é do tipo coletiva. Não dá pra fazer sozinho e precisa então aprender a conviver...
Sinto-me casado e tenho por ela uma relação de marido:
ora apaixonado
ora cansado
ora sem tesão
ora com vontade se separar
Mas se me mantenho casado é porque amo (só pode ser).
Então amar é ter paciência para se perceber em casa fase desse casamento.
E a fase que estou hoje é de reapaixonamento.
Não quero perder, não quero me separar.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
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