terça-feira, 25 de novembro de 2008

Da dimensão do que podemos fazer

E do que temos que falar, amigo-mestre:

DA NECESSIDADE DA ARTE - to casado com ela mas mais parece pacto de sangue
DA DIFICULDADE DE FAZÊ-LA - quando não faz, aumenta-se a quantidade de remédios, ou seja, vício.
DA SUPERAÇÃO - porque a marvada é do tipo coletiva. Não dá pra fazer sozinho e precisa então aprender a conviver...


Sinto-me casado e tenho por ela uma relação de marido:
ora apaixonado
ora cansado
ora sem tesão
ora com vontade se separar

Mas se me mantenho casado é porque amo (só pode ser).
Então amar é ter paciência para se perceber em casa fase desse casamento.

E a fase que estou hoje é de reapaixonamento.
Não quero perder, não quero me separar.

Nenhum comentário: