terça-feira, 25 de novembro de 2008

Novas cartas em 11 de maio

Oi Janô,
só escrevo porque...
bom, porque o dia das mães já passou e...
volto a pensar naquele nosso último encontro.
Escrevo para dizer que já estou de terno. Terno e gravata.
Pronto.
Vestido de homem, como os antigos, que assim usavam no dia-a-dia. Que pareciam mais velhos e seguros.
Não tenho muitas dúvidas não. E mais. Sem que estou no lugar certo com pessoas certas na hora certa. E se estamos aquém, manda ver, porque vislumbro o além com essas pessoas.

Li Lucíola, e minha energia não é feminina.
Sei que o grupo e´novo, as pessoas estão se conhecendo, os receios ainda são velados, mas só quero deixar bem claro que o que pretendo é bem mais que uma montagem, uma graninha, um sucesso, quem sabe.
Temos você com grandes experiências, idéias; um dançarina com sangue nos olhos e mais duas cobaias (uma delas maravilhosa...)

Temos uma oportunidade nas mãos. Temos apenas 2 encontros na semana. Mas podemos voltar às discussões pela internet. 2 dias de trabalho prático, de assimilações e 5 de debates, impressões e afagos (quem sabe...), por email, blog ou diário de bordo.

Tenho novamente a arte como possibilidade de mudança de alma e sei bem que você sabe o que isso significa.

Boa viagem, mas volta logo, fais-favor.

beijo
e feliz dia das mães



E a resposta:


"quero trabalhar com ti! tenho plena certeza!
e não é mudar a alma, é só fazer os devidos exercícios pra inundá-la de sol, aí ela levita, e tange a metafísica, sem esforço!

bjsssj
ps. escreva mais, mais, e não tire o terno"

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