terça-feira, 31 de março de 2009

O esqueleto eletrocutado

Hoje foi pela manhã.
Óbvio que não daria certo. Nenhum ator tem disposição matutina. Ninguém gosta.
Tudo saiu de má vontade.
Ninguém ali presente mesmo.
Um bando de reclamões a espera do salário no final do mês.
E o que se viu foram movimentos mentirosos.
Dancinha pra boi dormir.
E o pobre Fernando a tolerar atores sem café-da-manhã em sua casa.
...
Nem a acidez do Tezza eu consigo copiar. rssss


O que está acontecendo conosco?
Que silêncio é esse que sai música?
Como pode uma pessoa que acaba de entrar ( e ainda portugáix) e se afinar tanto?
Como explicar que alguém que entra resmungando e somente com um pão-de-queijo, faça coisas tão lindas?
O que acontece que a condução em fala se transforma em movimentos tão inusitados?
O que torna interessante de se ver: a eduação do olhar ou a descoberta dos movimentos?

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